sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Um texto de Destinos em E...vidência meu livro.
Eram duas horas da da primeira madrugada do ano, quando o casal foi se deitar. A luz do abajur ficava acesa, pois eles não gostavam de dormir no escuro. Em silêncio Cleuza fixava seu olhar no teto, enquanto seu semblante preocupado era observado por Miguel Ângelo que começou a lhe bolinar os bicos dos seios e foi repelido. Não Miguel Ângelo, por favor, não faça isso estou muito cansada e quero dormir. Boa noite. Poucas vezes Miguel Ângelo tinha visto a esposa assim.
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A Insurgência.
ResponderExcluirOuvir a outra pessoa é seguramente um dos fundamentos de respeito ao próximo. Infelizmente, há pessoas insurgentes, que acreditam sejam suas falas absolutas. A consequencia do absolutismo é a insurgência daqueles que obrigam outrem a ouví-los, mas não se propõem a ouvir seus receptores.
Nas atividades laborais, coitados daqueles indivíduos que reportam para outros individíduos insurgentes, principalmente quando estes são insquisitivos e/ou personalistas ao extremo. Para uma pessoa insurgente o que vale mesmo é a imposição.
No poder público, nos membros da promotoria pública, por exemplo, é compreensível que a insurgência possa ocorrer em função dos poderes atribuído á função em si. Infelizmente, quase sempre os mais jovens se deixam levar pela ânsia de poder levando-os a assediar moralmente as pessoas que lhe são sobpostas. Assim, tanto nas organizações públicas como nas privadas, a causa de alguns comportamentos advém dessa ânsia de poder e da insegurança principalmente pela necessidade de se impor as pessoas. Infelizmente, a insurgência acontece nas organizações de direito público e direito privado. Quando se é obrigado a conviver com pessoas que tudo fazem por sua cabeça e jamais escutam o receptor é torturante, principalmente quando, por alguma razão, essa convivência é obrigatória e uma réplica pode ser considerada desacato.
Seria conveniente para a comunidade em geral que as pessoas, antes de se proporem a conviver, lidar e liderar pessoas estudasse o comportamento humano, sobretudo seu próprio comportamento. Isto seria útil para entender que é natural as pessoas passarem por profunda mudança de valores pessoais que afetam de forma direta a maneira de agir e se relacionar.
Se tivéssemos o hábito de darmos um tempo a nos mesmos para meditar sobre como nos sentiríamos se estivéssemos numa situação e circunstância experimentada por outras pessoas então valorizaríamos a empatia.
Infelizmente, muitos indivíduos detentores do poder ou que acham que "sabem tudo" ensoberbecem-se com isso e usa tudo isso como forma de amostrar-se. Pessoas esclarecidas e empáticas vêm o "pavonear-se" como uma situação ridícula, mas quando por alguma razão são obrigadas a conviver com aqueles que têm o hábito de "pavonear-se" é desconfortante.
Na escola, por exemplo, afora os indivíduos que vão à escola só pelo diploma, outra questão a ser relevada é a perceptividade. Num grupo de alunos existem aqueles percucientes que percebem com rapidez as exposições feitas pelo professor enquanto que outros precisam de mais tempo para perceber. Em princípio perceber é adquirir conhecimento por meio dos sentidos, formar ideia; abranger com a inteligência; entender; compreender. No entanto em um grupo de alunos sempre há aqueles que acham confusa a fala do professor, não percebendo o seu conteúdo. Quando o professor é insurgente a situação se complica. Situações como essa não não é fácil de gerenciar, principalmente sob o aspecto de entender as diferentes performances entre estudantes na avaliação dois resultados do aprendizado.
Enfim, é conveniente saber julgar as próprias dificuldades e de outrem em relação às atitudes sem julgamento de valor.
Escutar as outras pessoas é importante, pois isso tem a ver com o controle emocional e principalmente no saber lidar com as próprias atitudes e as diferentes atitudes de outras pessoas.
O comentário a insurgência não se refere a Destinos em evidência. É outra publicação.
ResponderExcluirÉ preciso que os julgadores tenham em mente que na Constituição existem parâmetros mínimos que permitem a ele, basear-se em seus julgamentos, destaque para o conjunto definido pela Constituição de 1988, que refletem em nível juridico os preveitos da Sociabilidade e a essencia da prática justa, fraterna e solidária.
ResponderExcluirEnfim, é preciso valorizar os princípios da liberdade, a segurança, o bem-estar e principalmente os valores da pessoa humana, o desenvolvimento da igualdade e a justiça explicitas no preâmbulo da constituição. Aliás, um dos compromissos dos agentes da justiça desde o início de sua carreira.